Sobre o projeto
Cartografia Popular e Vozes do Bem Viver: Juventudes e Mulheres Negras Monitorando o Racismo Ambiental e Incidindo nas Políticas Urbanas de Marabá. Apoiado pela CESE (Programa de Pequenos Projetos, edital “Bem Viver nas Cidades”), o projeto forma 35 jovens e mulheres negras de territórios periféricos de Marabá em direitos, cartografia social e educomunicação para identificar o racismo ambiental e as desigualdades urbanas, produzir conhecimento a partir dos próprios territórios e levar propostas ao poder público e aos conselhos municipais.
Impacto
Meta: 35 lideranças populares certificadas, 6 podcasts, 1 dossiê e 1 audiência pública
Em seis meses (novembro de 2026 a abril de 2027), 35 jovens e mulheres negras das periferias de Marabá — 71% mulheres, 80% jovens de 15 a 29 anos e 86% pessoas negras — participam de um ciclo de 4 oficinas de formação em direitos, racismo ambiental, cartografia social, educomunicação e incidência política, e fazem a escuta e o mapeamento dos próprios territórios. O conhecimento produzido vira um Dossiê e Cartografia Popular, 6 programas de rádio/podcast na Ativa Web Rádio e 2 campanhas digitais, e dá base a uma Carta Popular de Reivindicações, apresentada em uma Audiência Pública Popular com representantes do poder público e protocolada nos conselhos de direitos de Marabá. O projeto prevê ainda uma intervenção ecológica urbana, com o plantio de 50 mudas nativas em praça de território periférico, e alcance estimado de mais de 5.000 pessoas. Contrapartida do Instituto: estúdio e link de radiodifusão da Ativa Web Rádio. Colaboram: Instituto Ação Legal, Instituto Florescer e Coletivo IAT – Instituto Araguaia-Tocantins.