Nossa História, Nossas Raízes
Do encontro entre comunicadores populares e moradores do brejo nasceu um instituto que acredita que quem conta a própria história muda o rumo do próprio território.
De onde viemos, para onde caminhamos
O Instituto Nós do Brejo nasceu do encontro entre comunicadores populares, radialistas comunitários, agricultoras, professoras e jovens moradores das comunidades rurais, ribeirinhas e periféricas do território do brejo. Percebemos que as histórias, as lutas e as conquistas do nosso povo raramente eram contadas por quem as vivia — e decidimos mudar isso. Começamos com uma rádio web artesanal, transmitida de uma sala emprestada, e hoje somos uma rede que une comunicação popular, educação midiática, cultura e agroecologia em torno de um mesmo propósito: fortalecer a voz e a autonomia das comunidades tradicionais. Acreditamos que comunicação é direito, que cultura é resistência e que o território só se transforma quando as pessoas que nele vivem assumem o protagonismo das próprias narrativas.
Missão
Fortalecer comunidades tradicionais, rurais e periféricas por meio da comunicação popular, da educação e da cultura.
Visão
Ser referência em comunicação popular e agroecologia em rede, com território soberano em sua própria narrativa.
Valores
Coletividade, transparência, ancestralidade, diversidade e compromisso com a justiça social.
Pilares de Atuação
Três frentes que sustentam o trabalho do instituto no dia a dia das comunidades.
Comunicação Popular e Rádio Web
Produção de conteúdo independente, formação de novos comunicadores e transmissão ao vivo que dá voz ao território.
Educação Midiática e Cidadania
Oficinas de letramento midiático, direitos humanos e participação cidadã para jovens e adultos.
Preservação Ambiental e Agroecologia
Apoio à agricultura familiar, feiras agroecológicas e educação ambiental integradas à programação da rádio.
Território de Atuação
O instituto atua em toda a extensão da região do brejo, articulando comunidades rurais, ribeirinhas e periféricas que compartilham um mesmo tecido social, cultural e ambiental. Nossa atuação é construída junto às pessoas do território, respeitando os saberes locais e fortalecendo redes já existentes.
Limites municipais oficiais — fonte: IBGE (Malha Municipal).
Bico do Papagaio
Tocantins — margem do Araguaia/Tocantins
- Araguatins — Ponto de partida, às margens do Rio Araguaia
- Esperantina — Extremo norte, encontro dos rios Araguaia e Tocantins
Baixo Araguaia
Sudeste Paraense — Pará
- São Geraldo do Araguaia — Ligação direta com Xambioá (TO)
- Palestina do Pará — Comunidade atendida
- Brejo Grande do Araguaia — Comunidade atendida
- São João do Araguaia — Confluência histórica dos rios
- São Domingos do Araguaia — Comunidade atendida
Polo Tocantins
Transamazônica — Lago de Tucuruí (PA)
- Marabá — Cidade polo, na confluência do Tocantins com o Araguaia
- Nova Ipixuna — Eixo PA-150, bacia do Rio Tocantins
- Jacundá — Polo de influência na bacia do Lago de Tucuruí
- Itupiranga — Margens do Tocantins / Lago de Tucuruí, cortada pela BR-230
- Novo Repartimento — Entroncamento BR-230 / PA-263, área do reservatório de Tucuruí
Comunidades Rurais
Assentamentos e áreas de agricultura familiar apoiados por agroecologia em rede.
Comunidades Ribeirinhas
Populações às margens dos igarapés e rios do brejo, com forte tradição oral.
Bairros Periféricos
Territórios urbanos periféricos onde jovens produzem e protagonizam conteúdo.